segunda-feira, 18 de março de 2013

As armadilhas estão de volta no mar. CUIDADO!

Foto: Arquivo da ONG maRSeguro
A Federação Gaúcha de Surf (FGSurf) alerta que nesta sexta-feira (15/03) será liberada a pesca com redes e cabos fixos no litoral do Rio Grande do Sul em espaços definidos, conforme decreto do Governo do Estado. Os atletas devem procurar as áreas destinadas a práticas esportivas para surfar, minimizando assim os riscos aos surfistas.

Alertamos que cabe a população pressionar os órgãos públicos para sinalizarem as áreas de pesca e as destinadas a pratica esportiva. “Infelizmente ainda não temos uma costa protegida, que não ofereça riscos aos surfistas. Todo o cuidado é pouco antes de entrar no mar, é aconselhável nunca surfar sozinho, caminhar na orla para ver se a área está realmente livre de cabos e redes, e somente entrar no mar quando o mesmo apresentar condições favoráveis a pratica esportiva. Nunca esqueça que você não é um super-herói, é preciso ter cuidado e prevenir para que não cheguemos a 50ª vítima das redes de pesca”, apontou Orlando Carvalho, presidente da FGSurf.

Para denunciar alguma rede em área irregular, comunique a Brigada Militar, através da Patram, e alerte a FGSurf através do e-mail orlandocarvalho@fgsurf.com.br ou do telefone 51 78126317, que monitorará sua denuncia, além de auxiliar na retirada do material irregular.

sábado, 8 de setembro de 2012

Redes de pesca ilegais - ALERTA

Imagens gravadas no dia 01/09/12 nas Praias de Pinhal, Cidreira e Tramandai. Muitos animais marinhos de grande porte mortos, não se sabe o motivo. Havia mais de 100 cabos fixos de redes de pesca, quase nenhuma rede com a identificação do proprietário, conforme exigido pela Lei Estadual n.° 12.050, e a grande maioria dos cabos e redes em precárias condições, sem adequada sinalização no mar. As áreas de surf, embora preservadas, são muito curtas e proporcionam mínima segurança, pois as redes com cabo fixo são um comprovado perigo à vida.
A pesca com cabo fixo (calão) é uma prática rudimentar e economicamente insustentável, sendo uma armadilha aos surfistas, banhistas e animais que vêm descansar na orla gaúcha. 49 surfistas morreram em redes de pesca no Rio Grande do Sul! Vale lembrar que a pesca de rede fixa foi abolida pelos próprios pescadores nos anos 60 no RJ e em outros Estados. Ademais, a fixação de cabos de redes de pesca no mar nâo encontra respaldo na Constituição Federal, dada garantia constitucional de que o mar é um bem de domínio publico.
O Poder Público não pode se omitir de seu dever de assegurar o imediato processo de substituição das redes de pesca com cabo fixo por métodos mais seguros à população e rentáveis aos próprios pescadores, que não ofereçam risco de vida e proporcionem maior desenvolvimento econômico e social.

Fonte: TV/Virgilhera


PERIGO! - redes de pesca com cabo fixo em Pinhal, Cidreira e Tramandai - inverno/2012 from .TV/ Virgilhera on Vimeo.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Vice-Governador recebe visita da ONG MaRSeguro no Palácio Piratini



Uma comitiva integrada por participantes da ONG Mar Seguro, Federação Gaúcha de Surfistas, deputados estaduais, Brigada Militar e mães e amigos de surfistas mortos no mar foram recebidos pelo vice-governador Beto Grill, na tarde desta quarta-feira (6), no Palácio Piratini. O grupo foi solicitar a intermediação do Governo do Estado para a criação de áreas com demarcações e sinalizações específicas para a pesca, surfe e banho. De 1983 até esta quarta-feira (06) foram registrados 49 óbitos de surfistas nesta situação.
A presidente da ONG Mar Seguro, Neuza Rufatto, mãe do surfista Thiago Rufatto, 18 anos, que morreu enrolado em redes de pesca em novembro do ano passado, destacou a importância do poder público esclarecer a população para o tipo de mar que eles vão enfrentar. "Nosso mar é um dos mais perigosos do mundo. Nossa corrente marítima é muito violenta e muitas vezes leva o surfista a longas distâncias rapidamente". Segundo a presidente, este tipo de pesca já não é utilizada em muitos Estados. "Por isso pedimos a substituição das redes de pesca, atualmente utilizadas, por métodos mais seguros à população e rentáveis aos próprios pescadores, sem oferecer risco de vida".

A Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR) já possui um grupo que estuda o assunto a partir da sanção da Lei nº. 13.660, de janeiro de 2011, feita pelo governador Tarso Genro. O decreto que regulamenta a referida lei, que dispõe sobre a demarcação de áreas para esportes náuticos e para pesca, está em fase final de elaboração.

O  presidente da Federação Gaúcha de Surfistas, Orlando Carvalho, levantou a necessidade de que seja feito um novo recadastramento entre os pescadores. De acordo com ele, o último censo foi realizado em 2005. Carvalho também considerou fundamental a ampliação de áreas para os surfistas e a criação de órgãos governamentais estruturados para cuidar da questão. "Considero esse encontro com o vice-governador bastante importante e, temos certeza, é mais um passo para a agilização na regulamentação do tema".

O vice-governador ouviu vários depoimentos de mães que perderam seus filhos. "Compreendemos a dor de quem tem esta perda pois é muito importante qualquer aspecto que leve em consideração a vida humana é muito importante". Grill afirmou o compromisso de agilizar as tratativas que já estão sendo realizadas por determinação do governador Tarso Genro. "Vou me somar a este esforço na certeza de que podemos ter um convívio adequado e harmônico entre todos aqueles que, de uma forma ou de outra, tiram do mar seu sustento e seus momentos de lazer", declarou o vice-governador.

Texto: Clelia Admar
Foto Cláudio Fachel
Edição: Redação Secom (51)321-4305
 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Luta pela segurança no mar

Ouça o apelo de quem já perdeu seus entes queridos. A luta pela segurança no mar depende de todos nós, e isto está muito acima da nossa participação ativa na internet. Precisamos agir e mudar a raiz do problema, que infelizmente é uma questão cultural. Vá a praia, quando ver redes faça fotos, nos mande, questione! Precisamos agir, o inverno está aí e as redes estão todas no mar. ATENÇÃO surfistas.

Antes de entrar na água, analise a direção da corrente e percorra a área de surf, olhando atentamente para o mar.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Surfista, não invada a área de pesca!?!?


Como é de conhecimento de todos, considerando o grande espaço oferecido pela mídia à questão, nosso Estado apresenta a impressionante marca de quarenta e nove esportistas, em sua maioria surfistas, que perderam a vida presos a redes de cabo fixo instaladas no mar, desde o ano de 1983. Não há engano: quase meia centena de vidas ceifadas por instrumentos antiquados de pesca, em local de uso comum do povo, e que, na quase totalidade dos incidentes, não estavam identificados, nem cadastrados, nem sinalizados – nem as redes, nem as áreas de pesca. Mais gravemente ainda, não são poucas as mortes de surfistas por redes de pesca instaladas em áreas destinadas ao lazer e ao surfe. A todas as famílias das vítimas, resta somente a dor e a luta para que as tragédias não se repitam com mais pessoas. Buscar a responsabilização de quem causou as mortes é impossível: as redes não têm dono. Não, pelo menos, nas horas trágicas. Essa é uma revoltante série de homicídios sem autor, e, por consequência, sem hipótese de responsabilização. Sem justiça.

A Legislação Estadual, contudo e paradoxalmente, não deixa de regular o tema da demarcação das áreas de pesca e surfe. A lei nº 8676, já em 1988, determinou a obrigatoriedade de demarcação das áreas de pesca, lazer ou recreação, nos municípios com orla marítima, lacustre ou fluvial. Em 13 de janeiro de 2011, pouco mais de dois meses após a morte de Thiago Rufatto, e certamente com influência decisiva do clamor gerado por esse incidente, foi publicada a Lei nº 13.660, que alterou a lei nº 8676, estendendo as áreas de surf para, no mínimo, 2.100 metros. A nova lei também prevê que, quando as condições meteorológicas não forem recomendadas para a prática do surf, a Defesa Civil do Estado prestará informações pelos meios de comunicação. E, por fim, e quiçá mais importante, o parágrafo 5º do art. 1º da lei 13.660 estabelece, verbis: § 5º - Caberá aos órgãos públicos competentes a sinalização das áreas referidas no “caput” deste artigo.”.

Diante desses fatos, e tendo em vista o imensurável valor de uma vida humana, nós, do Instituto Thiago Rufatto, consideramos o seguinte sobre a peça publicitária abaixo, instalada na RS-389, a Estrada do Mar:


  - A frase “Surfista, não invada a área de pesca” ficaria bem melhor contextualizada se as áreas de pesca fossem efetivamente demarcadas, se houvesse um padrão de sinalização, se a fiscalização atuasse de maneira proativa ao invés de somente atender a chamados dos cidadãos, e, se as redes fossem identificadas quanto à sua localização e quanto a seus proprietários, o que demonstraria o mínimo de organização da atividade de pesca em âmbito estadual, deixando de tolerar a instalação constante e inadvertida de literais armadilhas humanas.

- A colocação de uma rede de pesca na peça publicitária constitui, mesmo que não fosse essa a intenção dos criadores, um verdadeiro escárnio a 49 famílias e inúmeros outros cidadãos que perderam parentes ou amigos de forma absurda. Se o propósito da peça era criar consciência, acreditamos que havia outras maneiras até mais veementes que não requereriam uma referência tão crua à pesca de seres humanos, especialmente em uma campanha de autoria do Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Não estamos entrando no mérito técnico de elaboração das peças, mas, como cidadãos que pagam impostos, conhecem seus deveres e têm direitos, sentimo-nos extremamente desrespeitados diante de tal inversão da realidade com a chancela do Estado.

Mesmo considerando a vulnerabilidade indescritivelmente maior dos surfistas às redes do que das redes aos surfistas, nosso protesto não reside somente aí. Esta luta não é nem pode ser entre chimangos e maragatos. É do desenvolvimento contra o atraso. Entretanto, temos plena consciência de que a pesca      com redes de cabo fixo faz parte de uma tradição regional. Por isso, nossas manifestações são reiteradas em dois sentidos:

a) Que haja o maior nível de segurança possível dentro das condições atuais (ainda com as redes de cabo fixo) para estancar a ocorrência de tragédias.

b) Que, simultaneamente às medidas do item anterior, exista uma real e ágil política pública de transição da prática atual para outros métodos de pesca que sejam mais modernos e rentáveis a quem depende deles para viver, e, fundamentalmente, mais seguros à população e aos praticantes de esportes no mar, sem a menor possibilidade de causar mortes como presentemente ocorre. Dessa forma, ao invés de fomentar, em uma manifestação publicitária, o antagonismo entre surfistas e pescadores que usam as antiquadas redes atuais, o Governo tem por obrigação, antes de transmitir a mensagem do outdoor, proporcionar e exigir dos municípios, primeiramente, sinalização e fiscalização efetivas, padronizada e condizente com o perigo que se apresenta, e, numa perspectiva de realmente resolver a questão, incentivar pesquisa e investimento em formas alternativas de pesca aos métodos atualmente empregados no Rio Grande do Sul. Uma simples pesquisa na internet pela palavra “aquicultura” (popularmente “fazenda de peixes à beira-mar”) demonstra que nosso ideal de eliminação definitiva das redes não busca, em momento nenhum, impedir o sustento dos pescadores, mas sim que haja esforços definitivos para qualificar sua atividade, gerando segurança e desenvolvimento para todos os cidadãos que usufruem do mar.

Portanto, se é verdade que a peça publicitária aqui discutida demonstra, sob certo aspecto, preocupação do Estado com a questão das redes, o que também pudemos perceber durante a Operação Golfinho desta temporada, está clarividente a falta de compreensão dos outros muitos aspectos da gravíssima situação da tutela estatal da atividade de pesca com redes de cabo fixo, a quase inexistência de sinalização e a absurda falta de fiscalização, sem esquecer, ainda, da falta de investimento em formas alternativas de pesca aos métodos atualmente empregados, que traria fim a essa série de perdas, proporcionaria maior desenvolvimento econômico e social, e pela qual nossa luta persistirá até que o objetivo seja atingido.

Texto desenvolvido por componentes do Instituto Thiago Rufatto.

Morte em redes de pesca não é mais exclusividade do RS





Mais uma morte em redes de pesca, desta vez a tragédia atravessou as fronteira e foi parar na região de Barra do Saí – divisa entre o Paraná e Santa Catarina. 

No dia 2 de fevereiro deste ano, por volta das 18 horas Renata Turra Grechinski, 23 anos, de Curitiba, teria ido surfar com alguns amigos na região da Barra do Saí Segundo o Corpo de Bombeiros, os amigos viram Renata se afogando, tentaram ajudá-la, mas não conseguiram, pois ela teria enroscado a prancha em algum objeto ao fundo do mar. Os slava-vidas foram então acionados, mas após algumas tentativas de reanimação, ela acabou morrendo. 

Segue abaixo carta de de Virgílio de Matos encaminhada a Ministra Gleisi Hoffmann que assumiu a Casa Civil em substituição à Antônio Palocci e assim como Renata é natural de Curitiba. 

Prezada Ministra Gleisi, participo de uma ONG no Rio Grande do Sul, chamada maRSeguro, que luta pela segurança de surfistas no Litoral Gaúcho, onde desde 1983 já ocorreram 49 mortes em redes de pesca ilegais, familiares das vítimas lutam pela Lei Estadual, existente, que seja cumprida, mas hoje tivemos a visita de uma Mãe, Sra. Lucile, que perdeu sua filha de 23 anos, a surfista Renata Turra Grechinski, sua conterrânea de Curitiba, que afogou-se numa rede de pesca, quando surfava na Praia de Coroados, Litoral Sul do Paraná. Precisamos URGENTE da sua ajuda, para criarmos uma Legislação Federal



Obrigado pela atenção.


Virgilio, Porto Alegre-RS 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Prefeito de Xangri-Lá recebe Instituto Thiago Rufatto


      Uma delegação do Instituto Thiago Rufatto visitou a prefeitura de Xangri-Lá nesta terça-feira (10/01). O grupo apresentou a Ong Mar Seguro, criada para lutar por maior segurança aos praticantes de surf no Litoral do Rio Grande do Sul. Neuza Rufatto, mãe do jovem Thiago Rufatto, que perdeu a vida ao enredar-se numa rede de pesca no final de 2010, lidera a iniciativa. Ela esteve acompanhada de simpatizantes do trabalho e de amigos do jovem. 


    Os membros da ONG foram recepcionados pelo prefeito Celso Bassani Barbosa e pelo secretário de Turismo e Meio Ambiente, Paulo Roberto Sant´Anna. Os visitantes elogiaram a iniciativa da colocação de boias para identificar áras de pesca e surf, e colocaram o Instituto à disposição para ações que objetivem a segurança dos surfistas. No encontro, surgiu a ideia de identificar as áreas de pesca e surf também através das guaritas, que estariam pintadas nas respectivas cores adotadas pelo Município. O prefeito Celso Barbosa pretende por em prática mais esta inédita inovação com a maior brevidade possível, assim que estiverem prontos estudos de viabilidade.
    O surfista Thiago Rufatto faleceu em 01/11/2010, aos 18 anos de idade, vítima de uma rede de pesca. O nome do Instituto é uma homenagem ao jovem e tantos outros, que perderam a vida em situações similares. Desde 1983, quase meia centena de surfistas morreram por ficarem presos a redes de pesca.
Sugestão de legenda para foto - Neuza Rufatto lidera a Ong Mar Seguro. 
Marcelo Nitschke
Comunicação
Xangri-Lá

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Pranchas adaptadas para salvamento em Imbituba

Por: Eduardo Silva Velho via ondasdosul.com.br

Pranchas adaptadas para salvamento são a nova opção para os salva-vidas do município catarinense de Imbituba. 

Laguna, janeiro, 2012: Um novo lote de pranchas longboards mais largas, mais espessas e com alças laterais de segurança estão fazendo parte dos equipamentos dos salva-vidas do município de Imbituba e serão distribuídas, em breve, em sete praias do município catarinense. 

Frequentadores das praias desde Itapirubá até a Praia do Rosa estarão mais protegidos já que a técnica de salvamento com esse tipo de prancha facilita a ação dos salva-vidas, segundo explicou o comandante do Corpo de Bombeiros de Imbituba, capitão Sandro Martins. 

As pranchas tamanho 9´8" foram produzidas pela Trench Town Surfboards, com fábrica nova localizada em Itapirubá. 

O shaper Andrigo Porto Alegre, proprietário da marca, diz sentir-se feliz em participar de um projeto em que trará benefícios aos salva-vidas e segurança aos banhistas e surfistas destas comunidades 

Maiores informações 
eduardosvelho@gmail.com 
Tel.: (48) 9619 9438

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Bóias no mar demarcam áreas de surf em Xangri-lá


A Prefeitura e a Associação dos Pescadores do Município de Xangri-Lá instalaram boias que demarcam as áreas de pesca e surf. As oito boias estão colocadas, desde a manhã desta quarta-feira (21/12), no mar, pouco além da segunda rebentação, onde os surfistas costumam pegar suas ondas.
O objetivo é oferecer a maior segurança possível tanto para os praticantes do esporte quanto aos pescadores. A ação é um projeto piloto da Prefeitura, inédito no Litoral do RS, que reúne o apoio do Ministério Público, Associação dos Pescadores e Federação Gaúcha de Surf.



O projeto também prevê a distribuição de folders, para surfistas e pescadores, no sentido de orientar o significado de cada boia. De acordo com os técnicos da Secretaria de Turismo e Meio Ambiente, as boias estão divididas nas cores laranja e vermelha. As de cor laranja definem as áreas de surf, enquanto as vermelhas delimitam áreas de pesca.
Ainda esta semana, a Prefeitura implanta grandes banners, com mapas, nas entradas de Xangri-Lá, Rainha do Mar, Atlântida e ao longo da Avenida Paraguassu, indicando a localização de cada uma das áreas. Além dessas providências, Xangri-Lá já possui, desde alguns anos, a demarcação de cada uma das áreas através de placas na faixa de areia de sua orla.

(Fotos: Divulgação Secretaria de Turismo e Meio Ambiente) - Iniciativa é pioneira no Rio Grande do Sul.

Informações complementares podem ser obtidas na Secretaria de Turismo e Meio Ambiente de Xangri-Lá, pelo telefone (51) 3689 0615.

Marcelo Nitschke
Comunicação
Xangri-Lá

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

ONG maRSeguro na Abertura da Operação Golfinho

No sábado dia 17/12, às 14h na praia de Capão da Canoa, a ong maRSeguro esteve presente na abertura da operação golfinho.
Pedindo: “ Governador Tarso, adquira os JETSKIs para equipar os salvar vidas, o Litoral Gaúcho PEDE SOCORRO,..chega de afogamentos.”
ONG-Marseguro- Instituto Thiago Rufatto






quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Homenagem a Thiago Rufatto no programa Acontece na TV

Acompanhem a ótima reportagem feita por Carlos e Juliana do canal Acontece, programa Acontece na TV sobre a Homenagem a Thiago Rufatto, feita no dia 5 de Novembro na plataforma de Atlântida.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Áreas de Surf Sinalizadas no município de Imbé





Na ultima sexta feira dia 2 de dezembro de 2011 foram instaladas na orla do município de Imbé-RS placas que sinalizam as áreas reservadas a prática do surf, recebemos da secretaria do meio ambiente do município um mapa com estas áreas bem como a legislação que segue nesta página: 

No caso de encontrar algum tipo de cabo, rede ou outro artefato em desacordo com a lei, deverá acionar a Federação Gaúcha de Surf através do telefone 51 78126317 

LEI Nº 1328, DE 12 DE SETEMBRO DE 2011. 

"DEMARCA ÁREA PARA PRÁTICA DE SURF E PESCA NO MUNICÍPIO DE IMBÉ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.” 

O POVO DO MUNICÍPIO DE IMBÉ, ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, POR SEUS REPRESENTANTES NA CÂMARA MUNICIPAL APROVOU, E EU, PREFEITO MUNICIPAL, EM SEU NOME SANCIONO A SEGUINTE, 

L E I : 

Art. 1º - A presente Lei define as áreas destinadas à pesca, pratica de surfe e outras atividades correlatas na Orla Marítima do Município de Imbé. 

Art. 2º - Fica estabelecida Área Especial compreendida entre a divisa com o Município de Imbé com o Município de Tramandaí, no centro do Rio Tramandaí, seguindo em direção ao Norte até o alinhamento central da Rua Bento Gonçalves com extensão aproximada de 380,00m. 

§ 1º – Nesta área é proibida a pesca e a prática de surf, bem como colocação de redes de qualquer tipo. Fica permitida nesta área apenas a pesca de tarrafa ou caniços. 

§ 2º - Esta área destina-se à saída de embarcações pelo canal do Rio Tramandaí. 

Art. 3º - Ficam estabelecidas, no Município de Imbé, as seguintes áreas exclusivas para a prática de surfe: 

a) Área de Surfe I – Com início no alinhamento central da Rua Bento Gonçalves, no Centro de Imbé, com término em frente à Rua Tancredo Neves no Balneário Presidente, com extensão aproximada de 2.150,00m. 

b) Área de Surfe II – Com início no alinhamento central da Rua Quartzo, no Balneário Nordeste, com término à Rua Aloys Roth no Balneário Mariluz Plano B, com extensão aproximada de 2.100,00m 

Art. 4º - Ficam estabelecidas, no Município de Imbé, as seguintes áreas exclusivas para pesca: 

a) Área de Pesca I – Com início na Rua Tancredo Neves, no Balneário Presidente, e término na Rua Quartzo, com extensão aproximada de 1.950,00m.

b) Área de Pesca II – Com início na Rua Aloys Roth, no Balneário de Mariluz Plano B, e término na divisa com o Município de Osório, com extensão aproximada de 1.950,00m. 

§1º: As áreas de Pesca I e II destinam-se à pesca de rede com cabo e pesca com botes. 

§2º: Para a pesca embarcada (botes), a colocação das redes deverá ser feita a 500,00m da costa. 

§3º: A entrada e saída do veículo para colocação do bote para pesca poderá ser feita dentro da área reservada para o surfe. 

Art. 5º - Nas áreas de Pesca I e II não será permitida a pesca de rede com cabo durante o período de veraneio, entre 15 de dezembro a 15 de março. 

Art. 6º - A pesca amadora, que utilize linha, caniço e anzol, no período entre 15 de dezembro e 15 d março, será permitida nas áreas de pesca no horário das 19h às 9h do dia seguinte, ficando nos demais meses. 

Art. 7º - Fica destinada para banho toda a orla do Município. 

Art. 8º - Para prática de esportes náuticos fica destinada a mesma área de prática de surfe I. 

Parágrafo Único – Fica destinada nesta área a Rua Tancredo Neves para acesso de veículos na faixa de praia para descarga de material para prática de esportes náuticos; após os veículos deverão ser retirados da orla. 

Art. 9º - O Poder Executivo Municipal deverá adotar as devidas sinalizações nas áreas de que trata a presente Lei, com os seguintes critérios: 

I – Colocação de marcos de madeira com 5 metros de altura acima do nível da areia, com faixas horizontais de 50 cm de largura cada, nas cores vermelho e preto para áreas de pesca e amarelo e preto para áreas de surfe. Os marcos deverão conter em sua extremidade superior, setas indicando o sentido da área correspondente; 

II – Colocação de placas no alto dos postes sinalizadores conterão o desenho correspondente a atividade. Sua dimensão será de 100cm x 150cm; 

III – Será de responsabilidade do pescador a colocação de bóias vermelhas perto dos balancins das redes e no local onde se encontra a âncora da rede. Na praia será colocada uma haste com bandeira vermelha alinhada com as duas bóias da rede e placa com identificação do pescador, endereço e número do RGP (Registro Geral de Pesca). 

Art. 10º – Revogadas as disposições em contrário, especialmente as da Lei n° 1021 de 31 de maio de 2006. 

Art. 11º - Esta Lei passa a vigorar a partir da data de sua publicação. 

GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE IMBÉ, em 12 de setembro de 2011. 

DARCY LUCIANO DIAS, Prefeito Municipal. 

REGISTRE-SE E PUBLIQUE-SE 

AILTON ANACLETO SANTANA, Secretário Municipal de Administração. 

LEI Nº 1339, DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. 

"ALTERA A ALÍNEA “B” DO ART. 4º DA LEI MUNICIPAL Nº 1.328, DE 12 DE SETEMBRO DE 2011, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.” 

O POVO DO MUNICÍPIO DE IMBÉ, ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, POR SEUS REPRESENTANTES NA CÂMARA MUNICIPAL APROVOU, E EU, PREFEITO MUNICIPAL, EM SEU NOME SANCIONO A SEGUINTE, 

L E I : 

Art. 1º A alínea ”b” do art. 4º da Lei Municipal nº 1.328, de 12 de setembro de 2011, passa a vigorar com a seguinte redação: 

b) Área de Pesca II – Com início na Rua Aloys Roth, no Balneário Mariluz Plano B, e término na divisa com o Município de Osório, com extensão aproximada de 4.250,00m. 

Art. 2º - Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação 

GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE IMBÉ, em 11 de outubro de 2011. 

DARCY LUCIANO DIAS, Prefeito Municipal. 

REGISTRE-SE E PUBLIQUE-SE 

AILTON ANACLETO SANTANA, Secretário Municipal de Administração.



Texto e fotos de Ondasdosul.com.br

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Rede de pesca a deriva interrompe competição em Osório

Etapa do Gaúcho Profissional foi interrompida por motivo de segurança

            O Matte Leão Surf Festival foi interrompido antes da bateria final da categoria Profissional devido à presença de uma rede de pesca a deriva na praia de Atlântida Sul, em Osório. Foram declarados vencedores os dois atletas finalistas, Daison Pereira (RS) e Beto Mariano (SC), seguidos por Rodrigo “Pedra” Dornelles e Alan Saulo, na terceira e quarta colocação respectivamente.





            A competição, que é apresentada pela Excelsior – tradicional centro automotivo de Porto Alegre – é válida pelo circuito Sul-Brasileiro e Gaúcho de Surf Profissional. Os atletas Amadores disputarão as baterias válidas pela quinta etapa do Estadual Amador neste domingo (04/12), a partir das 10 horas.
            Para os atletas Profissionais a premiação de R$ 15.000,00 (quinze mil reais), foi dividida de acordo com as fases disputadas, assim como a pontuação. A competição é homologada pela Abrasp. O cronograma completo pode ser conferido no http://www.surfpro.com.br/2011/fgs/pro02/.
            Enquanto todos os surfistas esperavam os dois finalistas chegarem no out side para começar a bateria final a organização do evento notou a presença de uma rede de pesca a deriva exatamente na posição ideal para a grande final. Imediatamente foi providenciada a retirada dos surfistas do local, buscando preservar a vida dos atletas. A FGSurf realizou um boletim de ocorrência junto a Brigada Militar, que acionou a Patrulha Ambiental para providenciar a retirada do artefato. No entanto, a equipe verificou, acionou o corpo de Bombeiros, que não pode realizar a retirada devido a falta de equipamentos, como um Jet Ski ou lancha.
O problema das redes de pesca é crônico no Rio Grande do Sul, único lugar no mundo em que este tipo de pesca é utilizado. Ao todo 49 vidas já foram perdidas após surfistas ficarem presos em redes ou cabos nos últimos 30 anos. A Federação Gaúcha de Surf luta para buscar uma alternativa que não ofereça risco para os atletas e também não dificulte o sustento dos pescadores.
O catarinense Beto Mariano, visivelmente emocionado, destacou a importância da segurança para a prática de esportes. “Quando estávamos dentro do mar e o Daison me avisou que era uma rede, imediatamente lembrei das famílias que ainda choram seus filhos mortos nas redes. A organização está de parabéns por parar o campeonato, a segurança deve vir em primeiro lugar sempre”, finalizou.
Já Daison Pereira lembrou que esta semana assistiu um documentário sobre a morte de Pepê Lopes, ocorrida enquanto o atleta competia de asa delta no Japão. “Fiquei com medo, não quero nem pensar em ver mais uma vida se perder”, comentou.
“Há bastante tempo já trabalhamos ao lado da Brigada Militar por melhores condições de trabalho para que eles possam nos auxiliar nas questões de segurança dentro do mar. A Brigada vêm fazendo o que pode, fiscalizando, retirando redes irregulares, mas desta vez não havia condições. Infelizmente ainda existe este tipo de risco no litoral. Não entendemos porque que a Brigada Militar e o Corpo de Bombeiros não possui Jet Ski no litoral gaúcho, a sociedade precisa cobrar uma solução do Governo do Estado”, declarou Orlando Carvalho, presidente da Federação Gaúcha de Surf.
Esta rede de pesca estava à deriva em Atlântida Sul devido a uma ressaca na costa gaúcha, ocasionando a corrente de Sul e Leste, nesta semana. Quando o mar apresentar este tipo de condições, surfistas e praticantes de outros esportes náuticos não devem entrar no mar. Para entrar é preciso realizar uma caminhada longa em toda a praia verificando se não existe nenhum artefato que coloque a vida do atleta em risco.
i9 Hidrotônico Air Show
O campeão do i9 Hidrotônico Air Show, uma disputa de manobras radicais e progressivas do surf, na categoria Profissional foi Daison Pereira, com sua nota 9,17 no quarto round da segunda fase. Neste domingo o atleta Amador que tiver a melhor onda será declarado vencedor do i9 Hidrotônico Air Show Amador.
A noite do sábado (03/12) foi reservada para a grande festa oficial do Matte Leão Surf Festival na casa noturna Eleven, em Imbé. Surfistas de todo o país estarão junto do público na grande festa em uma noite inesquecível. Para agitar a galera estão confirmados Madame Gaby, DJ Deeley feat Milkshake, Dani Garcia e ainda uma atração especial.
O patrocínio máster do evento é da Prefeitura de Osório, através da Secretaria Municipal da Juventude Esporte e Lazer, com o patrocínio do Matte Leão, I9 Hidrotônico, Maresia e Planeta Surf. A apresentação é da Excelsior Pneus. O apoio é da Associação Brasileira de Surf Profissional (Abrasp), Dragon, QIX, Wet Dream, Auckland, Glass Brothers, Revistas Solto, Sul Sports, Ondas do Sul e Think and Thank. A realização é da Federação Gaúcha de Surf.

Gabriel de Mello
Assessoria de Comunicação da Federação Gaúcha de Surf

sábado, 12 de novembro de 2011

Alerta de rede de pesca em área de surf no balneário Nordeste

Segundo informações so site Ondas do Sul há uma rede de pesca dentro da área de surf do balneário nordeste, portanto, se você é dessa região não surfe e se ver alguém entrando na água de a instrução para não entrar.





sexta-feira, 4 de novembro de 2011

ONG MARSEGURO realiza homenagem a Thiago Ruffato

Familiares e amigos do surfista e de outras vítimas farão manifestação na praia de Atlântida.

            No dia 01 de novembro de 2010, Thiago Ruffato perdeu a vida quando surfava na praia de Capão da Canoa. O surfista ficou preso em um cabo de rede fixa usado por pescadores, em uma área própria para a prática do surf e imprópria para a pesca. Ele foi a 49ª vítima, desde 1983, dessa tragédia no litoral gaúcho. 


Em dezembro de 2010, sua mãe, Neuza Martins Rufatto, transformou sua dor em força e fundou o Instituto Thiago Rufatto, legitimando uma antiga luta pela preservação da vida e por um mar seguro para todos. O movimento busca a mobilização da sociedade através de ações educativas e pressão política, para evitar que mais famílias passem pela mesma situação.
Um ano após o ocorrido, no dia 05 de novembro de 2011, amigos e familiares do Thiago e das outras vítimas voltam ao litoral para fazer uma manifestação na praia de Atlântida, próximo à Plataforma. Os objetivos são homenagear o Thiago Ruffato, apresentar o Instituto, conscientizar, sensibilizar e mobilizar a população que estiver na praia e chamar atenção para os órgãos públicos responsáveis.

A homenagem iniciará as 11 horas, com oração na beira da praia. Os presentes estarão carregando faixas e deixarão flores brancas no mar. Depois, surfistas convidados farão uma corrente de mãos dadas dentro da água, enquanto voluntários da ONG abordarão os banhistas que estiverem no local, distribuindo materiais de divulgação. Haverá também uma roda de violão no local, com a presença da banda Instinto Roots.

Paralelo à homenagem estará acontecendo a última etapa do Surf Treino da ASCAN  (Associação dos Surfistas de Canoas) em memória à Thiago Rufatto. Que está prevista para acontecer entre os dias 5 e 6 de Novembro, na plataforma de Atlântida."

Observação: a realização dos eventos depende de condições climáticas favoráveis. A confirmação será divulgada até o dia 03/11/2011 (quinta-feira).
  
Canoas, 01 de novembro de 2011.
Diretoria de Comunicação e Marketing do Instituto Thiago Rufatto
Telefone / E-mail (51) 99019841 tiagodutracardoso@gmail.com
Site

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

ONG maRSeguro realiza a primeira capacitação de voluntários

No domingo, 30 de outubro ocorreu a 1º capacitação de voluntários da ONG MARSEGURO. O evento, que reuniu 35 voluntários foi realizado em Canoas, na sede da ONG e contou com a presença de Guiga Narcizo, colaborador do Vida Urgente, que conversou com os presentes e apresentou dicas de abordagens. A capacitação visa preparar os voluntários para o evento de homenagem de um ano de falecimento de Thiago Rufatto, surfista e filho da presidente da ONG, que morreu por afogamento ao ficar enroscado em uma rede de pesca em novembro do ano passado. Thiago foi a 49º vítima, que perdeu a vida por ficar preso a uma rede de pesca desde 1983. A homenagem, que será realizada no dia 5 de novembro, às 11h na plataforma da praia de Atlântica visa também chamar a atenção da sociedade para a causa e os objetivos da ONG, que desde 2010 luta por segurança no mar gaúcho.

Foto: Ana Maria Boeira

A presidente da instituição, Neuza Rufatto realizou a abertura da capacitação e ao agradecer os voluntários emocionou a todos com suas palavras: “A presença de vocês é muito importante pra nós que perderemos nossos filhos desta forma tão trágica. Eu sei que nada trará meu filho de volta, mas se através da ONG nós conseguirmos evitar que mais famílias passem por essa dor eu saberei que nosso trabalho valeu a pena”.

Para as homenagens do dia 5, a ONG está preparando atividades como uma roda de surfistas, amigos de Thiago, que entrarão no mar com suas pranchas portando rosas brancas para chamar a atenção para a morte trágica do surfista, após haverá um show da banda de Reggae Instinto Roots, de Canoas, e os voluntários realizarão abordagens divulgando o trabalho da ONG.

“Quando há uma conscientização maior das pessoas, mais rápido ocorrem as mudanças”, afirma Felipe Longhi Malheiro do Conselho deliberativo da MARSEGURO ao ressaltar a importância da colaboração de todos. “Já alcançamos algumas mudanças significativas, mas há um longo caminho a ser percorrido”, complementa Neuza.

Sobre a ONG

O Instituto Thiago Rufatto foi criado em dezembro de 2010, por Neuza Martins Rufatto, que após a morte de seu filho, decidiu mobilizar a sociedade para evitar que mais familiares passem pela mesma dor.
Thiago Rufatto perdeu a vida no dia 1º de novembro quando surfava na praia de Capão da Canoa. O surfista ficou preso em um cabo de pesca de rede fixa numa área própria para a prática do surf e imprópria para a pesca.

O Instituto Thiago Rufatto reivindica por segurança, sinalização e demarcação das áreas de banhistas, pescadores e surfistas nas praias gaúchas, salva-vidas em todos os períodos do ano, estrutura de atendimento e socorro eficientes e qualidade nos hospitais do litoral. Além disso, luta pela qualificação do trabalho dos pescadores, para que seja proibida a pesca através de cabo de rede, visto que o apenas no Rio Grande do Sul este tipo de pesca é legalizado.

Objetivos
Cumprimento e fiscalização das Leis referentes à demarcação das áreas de pesca, lazer ou recreação na orla;
-  Substituição da pesca com redes de cabo fixo no Rio Grande do Sul por alternativas mais seguras e rentáveis.
-  Presença efetiva de salva-vidas capacitados e bem equipados, durante o ano inteiro, de maneira estratégica.
-  Aumento da estrutura de atendimento, socorro eficiente e qualidade nos hospitais do litoral;
-  Conscientização de banhistas e praticantes de esportes quanto aos cuidados no mar gaúcho. 

Texto de: Kamile Heineck
Voluntária ONG MARSEGURO

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

1ª Capacitação Instituto Thiago Rufatto + Salchipão